quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

A Fala.

Constituição de signos linguísticos que são ditos em tons totalmente equivocados soando ao ouvido daquele de maneira totalmente decodificada. Foi deixado, a preocupação do entendimento alheio, e com a combinação de artefatos que extressam a alma, as emoções tomam conta dos atos de muitos que ficam fadados. Por conseguinte, há a falha, no processo do real sentido do dito, havendo interferência, e ao momento de fúria e estresse, se rompem amizades, alianças e ligações mantidas à tempos.
O massacre linguístico predominante no tom é uma pandemia que infecta muitas e muitas pessoas que tem como consequência a escuridão repentina de desastres linguísticos e atos, e, em meio do relâmpago da razão que emerge das profundezas repentina, o desastre já ocorreu. Qual a vacina para isso? Não existe, mas existe o tratamento. O tratamento da reciprocidade e entendimento alheio é vital.

2 comentários:

  1. Bem, eu concordo...
    Mas devemos pensar que alguns "massacres linguísticos", são causados pelo ambiente em que essas pessoas vivem, por exemplo, pessoas mais experientes não tem um português perfeito pois na época em que viviam, não tinham oportunidade suficiente para estudar ou de ler, lá pessoas de comunidades tem o convívio e influências de pessoas sem oportunidades de ter um bom estudo, assim ocasionando alguns erros linguísticos...
    Essa é minha opinião...
    Bjos Lih...

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  2. Concordo, porém não digo de "massacres" de erro de português. Digo o massacre de ofensa e extresse. (:
    Beijos

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