A princípio, na infância, as crianças têm a mania de zombar das outras que demonstram ser diferentes. O bullyng mais comum é quando a criança possui um nome “estranho” ou se veste de maneira culta, popularmente denominada como NERD. Quem não já sofreu bullying que atire a primeira pedra!
Em contrapartida, à medida que as crianças vão entrando na adolescência e ficando mais maduras e com responsabilidades a situação muda: O diferente é o fator buscado por muitos. Ser normal já não é de grande valia, pois você será apenas mais um vagando pelo mundo. E isso não é o que as pessoas desejam para si. Ter nome diferente se torna legal, e a vestimenta compõe seu estilo próprio, embora alguns ainda “copiam” estilo de outras pessoas.
É comum encontrar em descrições de perfil do Orkut, por exemplo, textos de impacto, que mostram que a pessoa em questão é diferente das demais. Porém, esse “diferente” torna-se clichê.
O problema é que as pessoas estão buscando ser diferenciadas de modo igual, ou seja, há uma grande massa de pessoas diferentes-iguais.
Já algumas pessoas preferem serem elas mesmas e agem conforme acha que deve ser e acaba agindo de modo clichê-diferente. E esse é o ponto para quem deseja essa diferença da grande massa alienada.
O diferente já saiu de linha, o clichê voltou o clichê já não se torna mais clichê à medida que você coloque seu tempero secreto: o seu “eu” verdadeiro. Este é como a digital de cada indivíduo. O tempero essencial está em cada personalidade, entretanto, muitas pessoas utilizam sal e açúcar no lugar do tempero pronto.
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